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AUTOR | MENSAGEM | ![]() |
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por: Fabike Ver perfil |
Mundial de MTB não terá presença feminina do Brasi em 27/08/09 às 10:19
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por: Fabike Ver perfil |
em 27/08/09 às 10:19
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Isso é um absurdo! Como as atletas podem melhorar seu desempenho se são impedidas por uma pessoa que se diz técnico, de participar de uma competição de nível mundial?
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por: Marcelouco Ver perfil |
em 27/08/09 às 13:24
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Caros Amigos,
Meu nome é Marcelo (Marcelouco), moro em Belo Horizonte, sou atleta corrida de aventura e acompanho o desempenho de atletas em diferentes modalidades no mundo inteiro para avaliar o que torna um melhor do que o outro, quais os parâmetros adotados e quais os diferenciais. No início do mês de setembro acontecem as disputas do Campeonato Mundial de Mountain Bike, na Austrália. A seleção Brasileira não contará com a presença da categoria feminina, mesmo tendo cinco vagas asseguradas pelo ranking internacional. O motivo segundo o seu técnico Ramires (líder autocrático): as atletas estão acomodadas, trocando em miúdos, falta de nível técnico para competir no Mundial. Realmente, por enquanto não há como comparar nossas atletas às internacionais. É injusto compará-los (masculino e feminino) com ciclistas e mountain bikers internacionais de ponta. Não pela capacidade e sim pela falta de incentivo e investimentos, nem se compara, está anos luz atrás. Nossas meninas “dão sangue”, suam a camisa com amor, garra e determinação, e dentro das possibilidades “tiram leite da pedra” com recursos escassos. O atleta deve ser tratado como um profissional que dedica a maior parte do seu dia, e metade da vida em média ao esporte, mais do que a família. Não e só o tempo que fica treinando que conta, tem que levar em consideração todos os fatores envolvidos dentro da filosofia de vida de cada um (privação, disciplina, sonho e recursos…). É irracional privá-las de competir o Campeonato Mundial de Mountain Bike, na Austrália. Demonstra que o Técnico Ramires não entende nada de Gestão Estratégica e de pessoas. Está atitude infeliz que o Sr. Ramires tomou serve para engessar as nossas atletas, dando as elas uma injeção de desânimo e desmotivação, podendo gerar até mesmo um trauma. Perde-se todo ciclo de treinamento (investimento pessoal, suor, determinação, privação, abdicação, superação de limites e obstáculos). Como desenvolver um parâmetro avaliativo privando as atletas de vivenciar um campeonato mundial, ao qual elas têm direto a cinco vagas? Como isso repercute na cabeça de um atleta? Qual a imagem que o Brasil passa aos demais atletas? Que parâmetros os atletas devem seguir para serem avaliados e convocados à seleção de ciclismo? Se for comparar a categoria masculina nacional com os atletas de ponta internacionais, entraremos na mesma situação vivida pela categoria feminina. Jaqueline Mourão, citada por Ramires, é a única atleta brasileira a disputar as Olimpíadas de verão e inverno. Dentre outros títulos, a atleta garantiu a 19ª posição nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, 5º lugar no Pan-Americano do Rio de Janeiro-2007. 18º lugar em Atenas-2004, foi tetracampeã brasileira de MTB Cross-country e eleita cinco vezes pelo Comitê Olímpico Brasileiro a melhor da modalidade. Poderia ter sido a primeira nas competições internacionais, assim como as demais que se prontificam a representar o nosso país (Erika, Roberta,…)! A melhor marca dela foi a 18ª posição em Atenas-2004 e não por falta de nível técnico. FALTA INVESTIMENTO E GESTÃO! O Banco do Brasil fechou um patrocínio milionário com a CBC, que visa fomentar o ciclismo no Brasil e dar recursos para os atletas participarem de competições internacionais (masculino e feminino). Onde será publicado? O que será feito com a verba? A CBC deve rever esta atitude e reflitir no que estão fazendo com a categoria feminina por causa de um técnico que não entende nada de liderança e gestão. FALTA PARÂMETRO! Atenciosamente, Marcelo Passos |
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por: Renato Ver perfil |
em 29/08/09 às 15:00
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Dificil avaliar porém acho que para melhorar o nivel técnico de um atleta é importante ele poder participar de provas com atletas melhores. Até porque assim que se aprende e ganha estimulo para melhorar.
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por: Padovanni Ver perfil |
em 31/08/09 às 00:23
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Os dois lados tem suas razões, tanto o técnico, como as atletas. O pior é que a polêmica não acaba aqui!
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por: Marcelouco Ver perfil |
em 31/08/09 às 17:43
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Acredito também que o atleta só poderá ser avaliado competindo com "melhores". Além do estimulo e da bagagem que ele adquirirá, autoreflexão e autoavaliação do que melhorar, e com certeza o conjunto de fatores e resultados pré, durante e pós competição servirão de embasamento e PARÂMETRO para técnico.
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por: Fabike Ver perfil |
em 01/09/09 às 13:09
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Caros Amigos,
Meu nome é Marcelo (Marcelouco), moro em Belo Horizonte, sou atleta corrida de aventura e acompanho o desempenho de atletas em diferentes modalidades no mundo inteiro para avaliar o que torna um melhor do que o outro, quais os parâmetros adotados e quais os diferenciais. No início do mês de setembro acontecem as disputas do Campeonato Mundial de Mountain Bike, na Austrália. A seleção Brasileira não contará com a presença da categoria feminina, mesmo tendo cinco vagas asseguradas pelo ranking internacional. O motivo segundo o seu técnico Ramires (líder autocrático): as atletas estão acomodadas, trocando em miúdos, falta de nível técnico para competir no Mundial. Realmente, por enquanto não há como comparar nossas atletas às internacionais. É injusto compará-los (masculino e feminino) com ciclistas e mountain bikers internacionais de ponta. Não pela capacidade e sim pela falta de incentivo e investimentos, nem se compara, está anos luz atrás. Nossas meninas “dão sangue”, suam a camisa com amor, garra e determinação, e dentro das possibilidades “tiram leite da pedra” com recursos escassos. O atleta deve ser tratado como um profissional que dedica a maior parte do seu dia, e metade da vida em média ao esporte, mais do que a família. Não e só o tempo que fica treinando que conta, tem que levar em consideração todos os fatores envolvidos dentro da filosofia de vida de cada um (privação, disciplina, sonho e recursos…). É irracional privá-las de competir o Campeonato Mundial de Mountain Bike, na Austrália. Demonstra que o Técnico Ramires não entende nada de Gestão Estratégica e de pessoas. Está atitude infeliz que o Sr. Ramires tomou serve para engessar as nossas atletas, dando as elas uma injeção de desânimo e desmotivação, podendo gerar até mesmo um trauma. Perde-se todo ciclo de treinamento (investimento pessoal, suor, determinação, privação, abdicação, superação de limites e obstáculos). Como desenvolver um parâmetro avaliativo privando as atletas de vivenciar um campeonato mundial, ao qual elas têm direto a cinco vagas? Como isso repercute na cabeça de um atleta? Qual a imagem que o Brasil passa aos demais atletas? Que parâmetros os atletas devem seguir para serem avaliados e convocados à seleção de ciclismo? Se for comparar a categoria masculina nacional com os atletas de ponta internacionais, entraremos na mesma situação vivida pela categoria feminina. Jaqueline Mourão, citada por Ramires, é a única atleta brasileira a disputar as Olimpíadas de verão e inverno. Dentre outros títulos, a atleta garantiu a 19ª posição nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, 5º lugar no Pan-Americano do Rio de Janeiro-2007. 18º lugar em Atenas-2004, foi tetracampeã brasileira de MTB Cross-country e eleita cinco vezes pelo Comitê Olímpico Brasileiro a melhor da modalidade. Poderia ter sido a primeira nas competições internacionais, assim como as demais que se prontificam a representar o nosso país (Erika, Roberta,…)! A melhor marca dela foi a 18ª posição em Atenas-2004 e não por falta de nível técnico. FALTA INVESTIMENTO E GESTÃO! O Banco do Brasil fechou um patrocínio milionário com a CBC, que visa fomentar o ciclismo no Brasil e dar recursos para os atletas participarem de competições internacionais (masculino e feminino). Onde será publicado? O que será feito com a verba? A CBC deve rever esta atitude e reflitir no que estão fazendo com a categoria feminina por causa de um técnico que não entende nada de liderança e gestão. FALTA PARÂMETRO! Atenciosamente, Marcelo Passos Citando Marcelouco, em 27/08/09 às 13:24 Olá Marcelo! Você entendeu perfeitamente a angústia que as meninas do MTB sentiram com a atitude e declarações desse técnico. Mas penso que esse fato reflete muito mais que falta de conhecimento. Remete ao preconceito e discriminação que as mulheres sofrem no esporte. Um exemplo disso é a premiação feminina nas provas. Por quê nossa premiação é menor e muitas vezes até inexistente nas competições de maratona, por exemplo, se pagamos o mesmo valor de inscrição e percorremos a mesma distância? A falta de apoio e incentivo às mulheres no esporte sempre existiu, e acredito ser por causa de pessoas que pensam como o Técnico Ramires, que essa situação nunca muda.
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por: Lery Ver perfil |
em 02/09/09 às 22:47
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Nós atletas da categoria feminino em geral, não somos reconhecidas, 99% das provas no Brasil a gente paga o mesmo para correr, e não recebemos premiação, fora uma minoria que tem patrocinadores e apoiadores, vamos e participamos muitas vezes sem apoio, sem patrocinador, sem a mínima infra-estrutura possível para um atleta, e nisto que vejo que NÓS MULHERES TEMOS SIM MUITA, MAIS MUITA GARRA, CAPACIDADE, E SUPORTAMOS SIM A DOR, ao contrário do que disse o Sr. Técnico da Seleção Eduardo Ramires.
Bom se pensasse desta maneira, eu em particular que trabalho 40 hrs por semana e alinho na mesma fila, que as melhores atletas do Brasil, não iria a uma prova, não gastava meu dinheiro, não tenho tempo para me dedicar integralmente ao esporte, mais mesmo assim, eu vou a todas, porque gosto, ali testo todos os meus limites e faço uma das coisas que mais gosto na vida PEDALAR, faço porque sou MULHER, TENHO FORÇA E MUITA GARRA. É uma pena o que estão fazendo com a meninas do MTB, pois a categoria em pleno século XXI, sofre o mais absurdo preconceito machista, e do jeito que a coisa vai, a categoria que já esta escassa pode vir a acabar, é muito triste isso. |
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por: beni Ver perfil |
em 02/09/09 às 23:23
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O técnico Ramires está muito velho para cordenar umaequipe de mountain bike, já passou da idade, veja que nem na categoria dele ele ganha mais, sempre fica na rabada. Acho que se o mtb em geral tivesse apoio 100% poderia se cobrar a mesma quantia. Mas começando por um técnico que é zero a esquerda, muito dificil de melhorar. não se pode cobrar nada que não foi investido. A CBC tem que pegar uma pessoa mais jovem, tipo márcio raveli 10 vezes campeão brasileiro ou no caso a experiente adriana do nascimento e a jaqueline mourão para coordenar as meninas. Vejam que nosso país é tão grande quanto o desvio de grana que eles deixamde investir no esporte.
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por: Brazil Ver perfil |
em 24/09/09 às 18:24
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Absurdo!!!
Ramires mandou mal na sua interpretação. Independente das nossas atletas estarem com nível técnico ou não para competir internacionalmente, na minha opinião elas deveriam participar do mundial sim. Primeiramente, porque é direito delas que são as melhores do ranking nacional e segundo, só participando de um evento de nivel internacional que realmente poderiamos avaliar o nível técnico das mesmas. Além do mais, esse evento serviria de incentivo para melhorarem suas performaces. Força meninas! Nós homens estamos com vocês na luta. Beijos a todas! Alex Brazil-Angra dos Reis-RJ |
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