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Evite erros na sua primeira corrida de aventura


Publicado por PEDRO JOSé SIBAHI em 24/07/12 às 12:08 na(s) categoria(s) Todos posts
Quem começa a participar de corridas de aventura em geral tem experiência em provas de rua ou de mountain bike, mas sempre há os completamente novatos. Especialmente para os iniciantes, e mesmo para quem já fez algumas competições, fatores como hidratação, alimentação e equipamento podem causar pequenas dificuldades, que somadas acabam atrapalhando bastante o desenvolvimento da prova, mas seriam facilmente evitáveis.

Buscando testar um pouco de tudo isso na prática, participei da corrida de aventura Expedition One, no último sábado (21). A competição, voltada para novatos no esporte, aconteceu na Aldeia da Serra, região de Barueri (SP), com 25 quilômetros divididos entre trekking e mountain bike. Todo o percurso foi marcado com postos de controle, que deveriam ser alcançados através da orientação por mapa e bússola.


Atletas largam na Expedition One - Foto de Alexandre Cappi

O percurso foi predominantemente na terra, começando com 5 quilômetros de trekking em percurso que cruzava um pasto. Depois, foram cerca de 10 quilômetros de pedal, com trechos de estrada, downhill e singletrack, para depois fazer mais 3 quilômetros de corrida. Para finalizar, um pedal com subidas imensas e um single track em mata fechada.

Como eu já praticava algumas atividades físicas, como musculação, ciclismo e corrida no asfalto, além de rugby, imaginava que 18 quilômetros de pedal e 7 de corrida seria algo fácil. Ledo engano. Quem treina na cidade tem pouca ou nenhuma noção das dificuldades impostas pela natureza, como lama, areia, subidas e descidas muito íngremes, raízes e buracos. Por isso, me desgastei mais do que o esperado, e percebi que treinos no campo são essenciais para o atleta ficar bem preparado.


Subidas na terra desgastam em dobro - Foto de Alexandre Cappi

Outra questão importante é o preparo com habilidades específicas. Muitos corredores experientes se aventuram em provas maiores sem todo o conhecimento técnico de modalidades como canoagem ou escalada, o que já causa dificuldades, como ocorreu no Ecomotion esse ano. No caso do iniciante, saber navegar com mapa e bússola é o fundamental, pois essa técnica em geral é o fator decisivo para se completar a prova. Além disso, uma boa navegação evita deslizes, como seguir uma equipe mais rápida que está no caminho errado.

Com relação à hidratação e comida, por menor que seja o percurso, esteja preparado para imprevistos. Um isotônico é fundamental para repor sais minerais e evitar cãibras, assim como uma fonte de carboidrato à mão pode evitar fadigas inesperadas. Lembre-se que o esforço físico é muito maior em terrenos acidentados. Eu mesmo, faltando apenas 5 quilômetros para terminar o percurso da Expedition One, quase desisto por falta de energia.


No single track, atenção redobrada é fundamental - Foto de Alexandre Cappi

A vestimenta, por sua vez, não é determinante, mas ajuda muito. Calçados para trilhas diminuem muito as escorregadas, enquanto as calças e bermudas elásticas evitam assaduras. Uma dica dos mais experientes é correr com a calça elástica e, na hora de pedalar, colocar a bermuda de mountain bike por cima.

Por fim, uma dica que parece óbvia, mas eu ignorei: não treine pesado na véspera de uma competição. No meu caso, fiz um treino de musculação para pernas e ombro. Mesmo com cargas reduzidas, essa “preparação” se mostrou um grande tiro no pé, especialmente nas subidas mais íngremes.



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Testamos o Shimano Nexus em pedalada pela despoluição ...


Publicado por PEDRO JOSé SIBAHI em 18/06/12 às 18:53 na(s) categoria(s) Aconteceu na (com a) Redação

No último domingo (17) rolou a segunda edição da Pedalada das Capivaras, em prol da despoluição do Rio Pinheiros.  O evento foi promovido pela Shimano e organizado pelo Clube dos Amigos da Bike, contando com cerca de 100 participantes.

 

Além da campanha ambiental, o dinheiro das inscrições (descontados os gastos com camisetas e alimentos) também foi revertido para o Bike Park Cancioneiro, na Vila Olímpia (Praça Augusto Rademaker Grunew), da onde partiu a pedalada.

 

O bike park possui pista para modalidades de BMX como race e dirt jump, além de bike trial, pump-track, freeride e mountain bike indoor. O local ainda oferece aulas gratuitas para alunos de escolas públicas, e aulas pagas para alunos do ensino particular.

 

Teste no pedal O passeio de 30 quilômetros foi feito pela Ciclovia do Rio Pinheiros, um dos mais importantes locais de treino e locomoção por bike em São Paulo. Para essa empreitada, a reportagem do Webventure utilizou uma bike Specialized Globe Daily, equipada com sistema de câmbio Nexus de oito velocidades.

 

A novidade da Shimano é voltada para o ciclista urbano e, de acordo com a empresa, possui alta durabilidade e baixa necessidade de manutenção.

 

O câmbio, que fica integrado dentro do cubo da roda traseira, também é prático. Ao contrário dos modelos convencionais, é possível mudar a marcha do Nexus com a bike parada, o que ajuda em situações como a arrancada após um semáforo de trânsito.

 

Na pedalada, o sistema se comportou bem. A troca para marchas mais leves é bem rápida, enquanto o marcha mais pesada requer um pouco mais de força, mas sem grandes problemas. Como o trocador é integrado ao manete, mudar a marcha é tarefa simples e sem erros até para os mais inexperientes.

 

Distribuição Desde o ano passado o sistema Nexus começou a aparecer no mercado nacional. Ele é comercializado em versão de três marchas, mas logo chegam as lojas os câmbios de 8 marchas.

 

Muitos consumidores reclamam da dificuldade de encontrar o sistema nas bicicletarias brasileiras, mas assessoria de imprensa da Shimano esclarece que atualmente a marca está investindo em formação para os técnicos de bike do país.

 

Passada essa fase, a partir de 2013 já será possível encontrar os dois modelos de câmbio com facilidade, além do Alfine, com 11 marchas, que possibilita pedaladas mais arrojadas.

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Aprendendo a ser montanhista com o Clube Alpino ...


Publicado por PEDRO JOSé SIBAHI em 25/04/12 às 18:53 na(s) categoria(s) Aconteceu na (com a) Redação
Até poucas semanas atrás, minha experiência mais aventureira havia sido um acampamento em Ilha Grande (RJ), com direito a uns 20 quilômetros de trilha. Apesar de quase sempre ter praticado algum esporte, e adorar um passeio pelo mato, nunca tinha feito um curso de montanhismo propriamente dito.

Nas últimas semanas finalmente comecei a preencher essa lacuna na minha formação, comparecendo ao Curso Básico de Montanhismo do Clube Alpino Paulista (CAP). Para quem não conhece o clube, ele é uma das entidades mais tradicionais de montanhismo no país.

Fundado em 1959 pelo italiano Domingos Giobbi, o CAP segue o modelo dos clubes alpinos europeus, e já teve mais de 1.000 sócios. Foi lá que nasceu a primeira Escola de Guias do Brasil, que até hoje continua em atividade.

Aulas A edição 2012 do curso de montanhismo começou no dia 4 de abril (sempre às quartas-feiras), com uma aula legitimamente filosófica, feita por Fábio Cascino. Entre debates sobre o que é montanhismo e o que leva às pessoas a aventuras que arriscam a própria vida, alunos e professor chegaram no consenso de que todos ali buscam fugir do cotidiano na cidade.

A segunda aula foi um risco para os aficionados em compras. Os instrutores Marcelo Belo e Sylvio Jr. Mostraram todo tipo de equipamento, básico e avançado, que um montanhista precisa comprar, mais os opcionais.

Pudemos aprender os conceitos sobre equipamentos como botas, capacetes, anoraques e fleeces, até casacos de pena de ganso, luvas de gore-tex e outros itens que aumentam o conforto em grandes altitudes.

Na última aula antes da primeira saída, o foco foi a Declaração de Tirol. Renato “Kbelo”, explicou os principais artigos do documento, sempre ressaltando as preocupações éticas que todo montanhista deve ter.

Para finalizar, uma pequena explicação sobre o programa Pega Leve, com indicações práticas sobre como prejudicar menos a natureza: recolher todo o lixo, fazer as necessidades fisiológicas longe de cursos de água, não retirar plantas, entre outras.


 Vista durante a subida do Pico dos Marin, em um dos raros momentos sem chuva


Primeira expediçãoA primeira saída do curso, marcada para o dia 21 de abril, deveria ser para as cavernas do Parque Estadual Intervales. Infelizmente, por conta de restrições da administração, que só permitiu visitas dentro de um roteiro pré-definido, os planos foram alterados.

A expedição foi remarcada para o Pico dos Marins (2420 metros de altitude), no município de Piquete, norte de São Paulo. O grupo de 15 pessoas, sendo 12 alunos e 3 guias (Naiche, Michele e Yoshimi), estava preparado para subir a montanha, acampar próximo ao topo e descer no dia seguinte, mas os planos mudaram drasticamente ao longo do dia.

A saída, marcada para as 6h, acabou sendo adiada para as 8h, por conta da chuva. Mesmo com esse imprevisto (a expectativa era de precipitações apenas no domingo), começamos a subida animados, apesar das mochilas cargueiras com 15 quilos, em média.

O longo trajeto até o cume, com ascensão de aproximadamente 400 metros, durou 7 horas de caminhada. O percurso tinha alguns trechos mais técnicos, que todos transpuseram sem grandes problemas, apesar de que uma das alunas sofrer um pouco com cãibra na coxa. Nesse meio tempo o clima se manteve estável, com uma garoa intermitente que nos acompanhou em quase todo o caminho.

Quando já eram 15h, na última escalaminhada em direção ao platô onde acamparíamos, ao lado do cume já estávamos completamente molhados. Para piorar, o vento, o frio e a chuva se intensificaram. Quando chegamos e começamos a montar as barracas, mais um agravante: alguns alunos, e até mesmo dois guias, começaram a ter princípio de hipotermia.

Depois que três barracas quebraram com o vento, não sobrou dúvida, Naiche, o líder dos guias, decidiu que voltaríamos à base, mesmo com risco de chegar durante a noite.

A volta foi mais longa que a subida, com muito mais dificuldade nos trechos técnicos, por conta da água e do cansaço. Além disso, escureceu quando o grupo ainda estava na metade do caminho, dificultando bastante o trabalho de localização.

Enfim, quase 15 horas depois da partida, fomos chegando em blocos. Os primeiros terminaram a trilha às 23h, mas os últimos, incluindo a menina que estava com cãibras e teve algumas escoriações, chegaram apenas à 1h da manhã.

Eu, que cheguei entre os primeiros, estava acabado. Minha primeira reação foi sentar em um degrau e ficar imobilizado por uns 15 minutos. Depois, nem banhou tomei. Tomei um cappuccino quente, troquei de roupa, peguei uma bermuda emprestada, porque esqueci a troca de roupa, e fui dormir.

No dia seguinte, com todos em melhor situação, tomamos café da manhã e tivemos uma longa avaliação sobre a saída. Para alguns alunos, experiência difícil faz parte das expedições, mas outros sentiram que faltou cuidado com a segurança, ou que a saída foi dura demais para iniciantes.

No final, muitas divergências sobre o início no montanhismo foram colocadas na roda, o que aparentemente acrescentou bastante para todos. Eu, da minha parte, tenho certeza que quero continuar no esporte, e mal posso esperar o próximo perrengue.

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Beira de Estrada


Publicado por David Santos Júnior em 03/05/11 às 08:55 na(s) categoria(s) Aconteceu na (com a) Redação
Dentro do restaurante além do tradicional selveservice, tb é possível incrementar a videoteca pirata com DVDs 1 por 3,00 e 4 por 10,00


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Beira de Estrada


Publicado por David Santos Júnior em 03/05/11 às 08:43 na(s) categoria(s) Aconteceu na (com a) Redação
Voltando do Rally da Ilha Comprida encontramos uma parada aprazível para o jantar!!
Rodovia Régis depois da subida da Serra.


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Fiambalá


Publicado por Marcelo Maragni em 14/01/11 às 22:08 na(s) categoria(s) Dakar 2011
Mais uma noite dormindo pelo caminho...

Dessa vez armamos a barraca, ao invés de dormirmos ao relento. Sorte nossa, pois rastro deixado do lado de fora não pareceu de um animal muito agradável de se encontrar no meio da madrugada.




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Santo compressor


Publicado por Marcelo Maragni em 13/01/11 às 22:12 na(s) categoria(s) Dakar 2011
Se tem um item que tenho de agradecer por ter trazido, esse é o nosso compressor de ar.

O aparelho salvou-nos algumas vezes nos últimos dias, enchendo pneus vazios e furados.

Na foto também salvou o embaixador argentino no Chile, em plena travessia dos andes, te tinha o estepe vazio.

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Paso San Francisco


Publicado por Marcelo Maragni em 13/01/11 às 22:08 na(s) categoria(s) Dakar 2011
O ponto alto do Dakar mais uma vez foi a travessia dos Andes pelo Paso San Francisco.

Mas dessa vez, no sentido Chile - Argentina, a Laguna verde impressionou mais que no ano passado. Nesse sentido, a lagoa aparece de repente, após uns 200km de paisagens monocromáticas. Um choque visual maravilhoso.

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Fenix 3


Publicado por Marcelo Maragni em 13/01/11 às 21:59 na(s) categoria(s) Dakar 2011
Motivo de orgulho nacional, a Fenix 3, cápsula que trouxe à superfície os mineiros presos na mina em Copiapó, agora é exibida em praça pública. Na ocasião do Dakar, foi a estrela do acampamento de Copiapó.


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Conectados em qualquer lugar


Publicado por Marcelo Maragni em 09/01/11 às 19:48 na(s) categoria(s) Dakar 2011
Em qualquer lugar mesmo! Um luxo... upload das fotos a 25kbps inclusive do meio do lugar nenhum. Essa é a traquitana que possibilita envios de imagens de dados em geral de qualquer pedaço do Dakar 2011.




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Relento


Publicado por Marcelo Maragni em 07/01/11 às 13:00 na(s) categoria(s) Dakar 2011
Quem disse que dormir ao relento no deserto a 0ºC é tarefa difícil? Com um céu desses qualquer um dormiria...


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Segurança


Publicado por Marcelo Maragni em 31/12/10 às 21:35 na(s) categoria(s) Dakar 2011
Há exatamente um ano tinha meu equipamento fotográfico roubado na sala de imprensa do Dakar.
Dessa vez a organização se preocupou de fato com a segurança e agora as credenciais tem leitura magnética, a sala de imprensa é separada para credenciados permanentes e diários e câmeras foram instaladas.
Ponto pra ASO!

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Checado


Publicado por Marcelo Maragni em 30/12/10 às 20:36 na(s) categoria(s) Dakar 2011
Burocracia e fila não é exclusividade do Brasil. Os franceses que organizam o Dakar mostraram que também são bons nisso. Levamos cerca de 4 horas para fazer as vistorias técnicas que poderiam ter sido feitas em uma. Excesso de gente não é problema, compreendemos, mas colocar funcionário que não fala inglês nem espanhol para lidar com os participantes é uma grande falta de respeito.

Tudo resolvido, nossa Amarok está finalmente legalizada.





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Roll out


Publicado por Marcelo Maragni em 30/12/10 às 02:11 na(s) categoria(s) Dakar 2011


Numa fazenda a 100km de Buenos Aires, bem camuflados aos olhos dos curiosos, roncaram nessa quarta-feira os motores VW.

Foi uma manhã de treinos para verificar se ocorreu alguma avaria nos Touaregs na viagem transatlântica e deixar os pilotos a vontade com a nova versão do carro.

Tudo em ordem, agora é só limpar a poeira e esperar pela largada.





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Chegamos


Publicado por Marcelo Maragni em 28/12/10 às 23:35 na(s) categoria(s) Dakar 2011
Buenos Aires aqui estamos! Após uma viagem tranquila desde São Paulo, com apenas dois guardas argentinos pedindo propina (sem sucesso) e um pedindo adesivos de recordação, chegamos à cidade de largada para mais um Dakar.

Amanhã começa a ação com um treino quase secreto dos atuais bi-campeões nos carros, os Touaregs.

Antecipando à largada, você confere aqui os bastidores do maior rali do mundo!
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O nado das Belugas


Publicado por BRUNA DIDARIO em 06/12/10 às 22:58 na(s) categoria(s) Aconteceu na (com a) Redação
Eu já deveria ter contado, mas hoje não escaparia. Estou numa cobertura nos parques do Sea World (o próprio, Discovery Cove, Acquatica e Busch Gardens) e hoje tive uma oportunidade única na vida de nadar com as baleias Belugas. São aquelas baleias quelembram muito golfinhos, brancas, de cabeça arredondada.

O grande desafio para nós, jornalistas, que estamos aqui foi, além de vestir as roupas de mergulho e sair com o frio que fazia por volta das 17h, cerca de 10ºC, entrar na água dos animais, que era mais gelada que isso. E mais: encarar todo o público que estava ali olhando as baleias brincando.

Dois instrutores nos davam as dicas e quais sinais fazer, mas não contou os sinais que faziam as baleias jogarem água na nossa cara. Aí sim ficou mais gelado ainda! A cada movimento, a recompensa com vários peixes deixavam as belugas mais entuiasmadas com as brincadeiras.

Ao final, uma tentativa de ver o animal subir até uma parte da superfície, e com três tentativas, a baleia apareceu. O treinador explicou que é um comportamento natural, até a beluga sentir-se confortável e confiante para fazer o movimento.

Além da beluga, pinguins, flamingos, golfinhos, girafas... muitos animais passaram por nossa frente e interagiram conosco durante essa semana. As reportagens completas vocês acompanham aqui, em breve! Mas logo que o tempo for mais extenso, conto mais histórias!


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Fim da viagem à Mendoza


Publicado por THIAGO PADOVANNI em 27/02/10 às 17:34 na(s) categoria(s) Expedição Adventure Fair - Mendoza 2010

Na última sexta-feira (26) chegou ao fim nossa viagem à Mendoza, na Argentina. Foram sete dias e mais de 2.200 quilômetros passando por lugares incríveis, que nem em sonho poderia imaginar que existiam.

 

Gostaria muito de agradecer ao Sergio e ao Eric, diretores da Adventure Sports Fair, pelo convite ao Webventure em fazer parte desta viagem. Obrigado também às jornalistas Paulina Chamorro (Radio Eldorado) e Mariana de Felice (assessoria) pelo companheirismo, amizade e risadas durante a viagem.

 

Também gostei muito de conhecer as pessoas envolvidas nessa campanha publicitária. Fica aqui o meu respeito e admiração por cada um desses profissionais: Sandro, Beto, Alessandra, Camila, Aninha, Leandro, Janaina e Ana Rita. E as meninas da Secretaria de Turismo de Mendoza, Pamela e Laura, que estiveram conosco durante toda a viagem. Mesmo acordando cedo, dormindo pouco, passando frio ou calor, cada um se empenhou ao máximo para fazer o seu melhor.

 

E claro, não posso deixar de fazer uma menção aos motoristas que estiveram conosco. Em todos os milhares de quilômetros percorridos em viagens e coberturas pelo Brasil, nunca conheci pessoas tão especiais como eles: Ricardo, Rolando,  Miguel e Pablo. O Miguel chegou a comentar, com lágrimas nos olhos, que se ele tinha alguma missão aqui na Terra, ele a cumpriu podendo estar viajando conosco. Mesmo sem falar português, eles estavam sempre dispostos a aprender nossa língua e entender o que falávamos.

 

Desses quatro, dois são Guardaparques e fizeram papel de "motorista" conduzindo dois de nossos carros: Rolando e Ricardo Yacante, que é chefe de toda a Província de Mendoza. Em nosso último jantar, Rolando disse: "Não conheço o Brasil e nunca havia conhecido um brasileiro. Mas se todos são como vocês, seu país está muito bem representado". Quanta responsa, hein!!

 

Em especial, deixo meu profundo agradecimento ao Ricardo. Fiquei no carro dele durante toda a viagem e, além de conhecer muito bem toda a região, ainda nos deu uma aula de geografia, cidadania e história de vida. Um grande abraço a todos!

 

A partir da próxima semana, não deixem de acompanhar uma série de matérias e reportagens especiais sobre Mendoza e todos os lugares que visitamos.

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Pampas Negros


Publicado por THIAGO PADOVANNI em 25/02/10 às 11:09 na(s) categoria(s) Expedição Adventure Fair - Mendoza 2010

Hoje estivemos em um dos lugares mais incríveis desta viagem, os Pampas Negros. Localizado dentro do Parque Provincial La Payunia, a região abriga mais de 800 vulcões, de todos os tipos e tamanhos.



Quando estavam ativos, expeliram toneladas de lava, que formaram a área em que se localiza o parque nos dias de hoje. Por conta disso, todo ele é coberto por sedimentação vulcânica e muitas rochas de magma estão espalhadas por seu imenso território. Uma vegetação amarelada cresce em todo o local, dando cores ao deserto negro.




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