Blog criado para divulgar o Montanhismo e a Escalada do Rio Grande do Sul e do Brasil. E aproveitando pra divulgar as notícias importantes que rolam no mundo.
Vídeo oficial do evento que aconteceu aqui em Porto Alegre (RS) agora em maio.
O Red Bull na Fita foi um sucesso total.
Agora é aguardar as próximas edições.
Um evento para ficar guardado eternamente na mente daqueles que participaram e prestigiaram este evento na tarde do sábado no Parque Marinha do Brasil, em Porto Alegre (RS).
O Red Bull na Fita superou todas as espectativas em relação a organização e beleza.
O público presente teve a oportunidade de ver uma estrutura muito bem montada, atletas voando na fita e aquele solzinho pra alegrar o dia.
Atletas de diversos lugares do Rio Grande do Sul , inclusive um catarinense vindo direto de Blumenau, aterrisou em terras gaúchas para prestigiar o evento.16 atletas participaram do evento.
No final, quem ficou com o título foi o atleta Nathan Herrmann, seguido de Diogo Fernando de Blumenau e na terceira colocação ficou o atleta Gabriel Saraiva.
Parabéns aos organizadores, Vinicius Saraiva e familia Slackproof, Samuel Barreto (Red Bull) pelo convite de eu poder atuar como juíz neste evento, ao Guilherme Behr (grande parceria no difícil trabalho de julgar os atletas), aos atletas que abrilhantaram o dia, aos fotógrafos, ao público presente e aos apoiadores e patrocinadores.
Red Bull, Slackproof, Trópico, Oggio, HMídia, Kzuka e Prefeitura de Porto Alegre.
Espero que este seja o primeiro de vários, neste momento único e histórico para o slackline e para o esporte no Rio Grande do Sul e no Brasil.
Crédito das fotos: Felipe Bozzetti e Lucas Saporiti.
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Vamooooooo !!!
Agora sai, amanhã o sol promete brilhar.
É neste sábado, 19 de maio de 2012 ali no Parque Marinha do Brasil, Porto Alegre (RS) ao lado da pista de skate.
Todo mundo lá a partir das 15hs.
RED BULL NA FITA !!!
A competição que coloca dois participantes, um de cada vez, por dois minutos em cima de uma fita. Aquele que tiver mais equilibrio e mandar as melhores manobras, passa para os próximos duelos até a grande final.
ASSISTA E FIQUE COM VONTADE DE SER O PRÓXIMO !
Data: 28/04/2012
Horário: 16 horas
Local: Parque Marinha do Brasil (ao lado da pista de skate)
Curadoria: Slackproof
Apoio: Ogio e Trópico
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As duas primeiras semanas de fevereiro, com tempo ruim, foram para fazer boulder e festa. Ratinho, que ja estava de cabeca feita, foi um dos companheiros de trago, ele ja estava com figado pra la de Bagda, mas da’-lhe Termidor (vulgo Terminator, vinho de caixinha). El Chalten oferece um granito perfeito, muitos problemas com os graus consolidados por muitos escaladores fortes de todo o globo. Anualmente, o Clube Andino El Chalten organiza um Festival de Boulder, com muitas atrações como slackline, comida, música, diversão e escalada. Tempo para ver os amigos e desfrutar de churrasco de cordeiro patagônico e mate. El Chalten é uma vila jovem fundada na década de 80, quando Argentina e Chile ainda lutavam pelo Lago del Desierto e FitzRoy. Os nativos da regiao sao os Tehuelches e deram o nome ao Monte Fitzroy de Chalten que significa "montanha que fuma". No início, eles acreditaram que Chalten era um vulcão devido à nuvem que sempre sopra como fumaca no topo.
Eu fui para a Patagônia apenas por três semanas e meia, o que nao é muito tempo. Normalmente, os escaladores passam 2 meses à espera de bom tempo. Acreditando na tecnologia de hoje as chances de sucesso numa escalada aumentam muito. Muito diferente do passado quando você apenas olhava para o céu. Sites como o NOAA e WindGuru podem lhe dar uma confiança de quase 100% quando a janela vai vir. Duas semanas depois, após muitas Terminators, uma janela de um dia e meio, curta e fria, não o suficiente para tentar algo grande, mas o suficiente para ir para Guillaumet, um dos picos satélites do FitzRoy.
Nós escolhemos a via Brenner-Moschioni 350m 6c, um cume massa, fendas perfeitas, granito amarelo. Cinco horas de caminhada leva a Piedras Negras, acampamento que fica duas horas da base da Guillaumet. Subimos em 12 horas de acampamento a acampamento estilo alpino. Um bom começo, la de cima você tem a vista da Mermoz e FitzRoy queparecem tão perto e do bonito glaciar do Paso Superior, alem da Poincenot. Depois da escalada, deixamos nosso equipamento pensando em voltar para tentar a face oeste da FitzRoy.
Hora de voltar para a vida del Pueblo. Chegando na cidade não deu tempo pra pegar o vinho, uma previsao de cinco dias de tempo bom ja estava comecando. Era a longa "ventana" que estavamos esperando. Sem hesitar, descansamos por um dia, comemos aquele churrasco de cordeiro patagônico fornecido pelo nosso amigo Claudio, morador de chalten dono do Restaurante El Muro e tocamos arriba de volta pra Piedras Negras, agora muito leve e descansados.
Nosso plano era escalar a Afanassieff 2300m (1600m de escalada) 6c. Escalada longa de dificuldade moderada. Nos primeiros 800m a rocha e’ mais decomposta, muitos blocos soltos, resolução de problemas e um pouco de escalada mixta dependendo das condicoes, uma verdadeira aventura. Nós éramos cinco brasileiros, divididos em duas equipes, Formiga, Neto e Chuck, Fafa’ e eu, três sacos de dormir, um jet-boil e quatro cordas. Leve e rápido começamos a escalada na tarde de terça-feira, depois de 10 enfiadas paramos para o primeiro bivaque. O tempo estava bom, mas frio durante a noite, a temperatura chegava facilmente a -7. À noite podemos acompanhar as luzes de dois escaladores subindo pela Mate, Porro e Todo Lo Demas, via no Pilar Casarotto, eram dois norte-americanos do Bishop. Com certeza nao era para nos escalar de noite, com uma janela grande de tempo bom davamos o privilégio de ficar em nossos sacos de dormir para somente escalar ao disfrute do sol.
No Segundo dia na parede queriamos chegar ate o proximo bivaque. Escalamos o dia inteiro, uma placa vertical de 300m, às vezes um pouco de terreno fácil, algumas enfiadas com um pouco de neve dura. Por volta de 22:30 chegamos no crux, uma fenda num diedro levemente negativo. Devido ao tempo, ao frio e a noite que chegava escalamos essa enfiada em artificial. Na nossa frente iam tres argentinos de El Calafate, Manza. Paula e Manu. O trio argentino praticamente estava sempre uma hora de escalada na nossa frente. Faltava duas enfiadas geladas para o bivaque quando decidimos parar e bivaquear sentados desconfortavelmente mesmo. Podiamos ouvir os gritos dos argentinos que chegaram no bivaque bom: “Vengam! Hay espacio para todos!” Mas nesse momento ja estavamos enfiados nos sacos de dormir batendo os dentes. Todos os cinco sentados juntos para se aquecer, com uma vista para o vazio ao lado da parte final da Supercanaleta, via em gelo que foi escalada em 1968 por Fonrouge e Comesana. Hora para pensar nas condicoes de escalada na epoca, sem tecnologia de previsao do tempo e com roupas de lã, os verdadeiros pelo duro.
Como a Afanassieff fica na face oeste, o sol apenas batia nos após meio-dia, o que nos tornou realmente difícil começar na manhã seguinte. Depois de agitar os músculos, escalamos uma enfiada com neve ate o plato do bivaque. La estavam os argentinos, era um plato coberto de gelo. Paramos ai um pouco para nos reorganizar, comer, derreter um pouco de neve, reaquecendo da noite fria. Deste ponto para cima sao 400m de blocos fáceis, formações de gelo muito louca. O corpo está cansado mas ligado no modo escalada, subimos sem parar. De repente uma agarra gira, eu caio dois metros num pequeno plato de 2 metros quadrados. Sorte, porque a ultima protecao estava la pra baixo. Levanto com a roupa rasgada da queda, os dedos estao formigados do frio, segue o baile.
“Kmonn, you almost there guys!” Sao os Americanos que ja estao descendo do cume procurando o rapel. Ouvir as vozes dos parceiros revigora a energia, podemos ver o fim, ja era, subimo o negocio. Chaltennnnnn! @tchommmmmm! E’ quinta-feira 18:00, vista para o Lago Viedma, El Chalten, Campo de Gelo Continental, Macico do Torre, infinitos picos, glaciares e lagunas. O cume do FitzRoy é como uma meseta, há algumas notas sob umas pedras. Eu deixo la’ um carrinho do meu pequeno Harvey que estava de aniversario em alguns dias. Pra minha surpresa ja’ havia la’ uma pequena F1 congelada. Tirei algumas fotos, celebramos e continuamos para rapelar a Franco-argentina na face sudeste.
A linha de descida não é fácil de encontrar, rapeis na diagonal, muito fácil de se perder, o que aconteceu 5 rapeis pra baixo. Seguimos uma linha de rapeis que nos levou a um lugar sem saída, na direcao do glaciar de la Silla. Escureceu e decidimos parar para outro bivaque não planejado. O dia seguinte amanheceu com um mar de nuvens incrivel. Fizemos uma travessia para a direita e encontramos a linha novamente. Oito rapeis mais e estávamos na base da Franco-argentina. Neste momento havia tres coreanas se preparando para entrar na via, pedimos pra elas fixarem 120m de corda e rapelamos a rampa de gelo da Silla, o que nos fez poupar um pouco de tempo. Antes de descer a Brecha dos Italianos demos mais uma paradinha junto com os argentinos que agora estavam sem o fogareiro que derrubaram na parede. A Brecha e’ conhecida como um lugar perigoso para rapelar, muitos blocos soltos e muitos acidentes no passado. Mas passamos ai sem problemas. A Rimaya da brecha estava bem estranha devido ao final de temporada.
Muito importante escalar na Patagônia em cordadas de três ou mais, e’ mais seguro e um motiva o outro nas horas que mais precisa. O lugar não oferece nenhuma chance de resgate se o clima e’ ruim, nada pode dar errado.
Em 1976 Jean Afanasieff and Abert tentaram a linha junto com Patrice Bodin. Eles fixaram os primeiros 300 metros, e entao escalaram os restantes 1300m em estilo alpino. Alcancaram o cume no quarto dia. No terceiro e quarto dia eles escalaram no meio de uma tempestade que descreveram, “o ambiente e’ demoniaco, com a impressao de escalar com um 747 sobre nossas cabecas.” Eles desceram pela via fazendo 45 rapeis em dois dias. A ascencao deles foi muito significativa, um passo importante para a escalada na Patagonia devido ao desprendimento que escalaram com tao pouco equipamento, sem sacos de dormir, cordas fixas… Eles produziram um filme nesta escalada. Jean Fabre describes the conditions, “Je n’ai jamais connu de montagne plus réberbative que le Fitz Roy un jour de tempête. Si les Grecs de l’Antiquité avaient practiqué l’andinisme, ils auraient fait siéger Eole au sommet d’El Chalten et ca puissance aurait sans doute détrôné la foudre de Jupiter...”
Isso ai galera valeu, qualquer coisa tamos ai.
aanery@hotmail.com
Facebook Antonio Nery
@tchommmmmm! Conexaooooo
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Esta semana correu nas listas o assunto sobre a proibição de se escalar em Torres, no Rio Grande do Sul (RS).
Um escalador aqui do sul disse que escalou sem problemas e que no morro do Farol havia apenas uma placa informando sobre o risco e desmoronamento.Já outro escalador foi abordado por duas pessoas que informaram que era proibido escalar ali. Agora fica a pergunta, está ou não está proibido escalar em Torres (RS)?
Foi enviado um e-mail para o prefeito de Torres solicitando esclarecimentos, agora é esperar para ver como anda a situação.
Enquanto isso, escalamos ou não escalamos? Ai fica a dúvida.
Um ótimo final de semana a todos.
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Um ótimo 2012 para todos !
Resolvi postar aqui algumas fotos que estavam no meu computador de diversos amigos.
Sei que faltam vários, mas aqui vai um salve para todos.
Só coisas boas, muitas escaladas, cadenas, saúde e muito dinheiro.
O resto a gente corre atrás.

16º CURSO DE DESLOCAMENTO EM GLACIAR E ESCALADA EM GELO
Cerro Tronador - Bariloche - Patagonia Argentina
De 04/12/2011 à 12/02/2012
Realização: Andes Ascensiones
Parceiro no Brasil: Marumby Montanhismo
Local: Cerro Tronador, 3.540m, aproximadamente 60 km de Bariloche / Argentina
Duração: 09 dias
Vagas: Mínimo 05 pessoas e máximo 09 pessoas
Instrutores: Máximo Schneider, Eduardo López e Ronaldo Franzen Junior
Conteúdo:gelo, ancoragens no gelo, cordas fixas e rapel no gelo e neve, práticas de escalada
e em glaciar, técnicas de auto-detenção e progressão em neve e glaciar,
metamorfismo e avalanches, equipamentos, progressão em simultâneo e
individualmente, busca com ARVA, práticas de resgate múltiplo, auto-resgate,
outras possibilidades de resgate e tentativa de subida ao cume.
Investimento:com base na taxa cambial do dia do pagamento, e o restante em dólares a ser
acertado com os instrutores em Bariloche/Argentina.
Itens incluídos:instrutores, seguro para acidentes pessoais exigido pela Administração do Parque
Nacional Nahuel Huapi e diploma de fim de curso.
Itens não incluídos: Transporte, alimentação, hospedagem, equipamento, ingresso
no parque e outras despesas não citadas nos itens incluídos.
PROGRAMAÇÃO, INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
falecom@marumby.tur.br, (41) 3672-1704 / (41) 9119-6718 e pelo site http://www.andesascensiones.com
Confiram a última aventura da dupla de moto viajantes Leandro Bazotti e Luca Silveira para a Bolívia.
Estrada da Morte...
Pode parecer estranho, mas muitas pessoas escolhem uma estrada com este nome para realizar uma viagem, ou melhor, escolhem ela como objetivo da viagem.
E se você souber que o meio de locomoção escolhido para isto for uma moto? E que o local que esta estrada se encontra é na Bolívia, a milhares de quilômetros de distância? E se lhe dizermos que esta viagem foi “organizada” em apenas 5 dias antes da data de partida -
Geralmente, quando ouvimos falar em grandes viagens ou aventuras, uma das palavras que mais ouvimos é sempre “planejamento”. Mas isto para nossos moto viajantes, o Turismologo e instrutor de turismo de aventura Leandro Bazotti e o câmeraman e guia de ecoturismo Luca Silveira, foi o que não ocorreu.
Os dois amigos que realizaram uma moto viagem a Ruta 1 no Chile, cruzando toda a Cordilheira dos Andes e o Deserto de Atacama no verão deste ano, no regresso desta viagem combinaram de fazer uma nova aventura no meio deste ano, porém, por alguns motivos particulares de ambos, esta programação não se realizou, ao menos não no período programado.
Mas nada de desistir dos planos. Passada as férias de inverno, após os dois já terem pensado que não conseguiriam viajar no meio deste ano, conforme aviam falado, surgiu uma janela de 15 dias para ambos, e assim, com duas conversas por computador, os dois se encontraram já com as motos prontas para iniciar a viagem, no dia e hora da partida. Uma breve conversa para acertar alguns detalhes foi o suficiente para eles porém o pé na estrada.
No total foram 12 dias de viagem, cruzando quatro estados brasileiros, até entrarem na Bolívia. Durante este período, eles rodaram 7 mil quilômetros, e não pararam de rodar nenhum dia. Sem nenhum dia de descanso, e rodando algumas noites entrando madrugada a dentro, ambos concordam que foi uma viagem muito corrida e cansativa, mas que valeu a pena.
Eles pilotavam uma Yamaha Lander XTZ 250cc cada um e passaram por varias dificuldades, principalmente na Bolívia, onde enfrentaram estradas bloqueadas, não conseguiram abastecer as motos, nem mesmo sacar dinheiro, mas afirmam que as belezas e momentos que viveram com certeza valeram a pena e superaram qualquer problema.
Nesta viagem, eles cruzaram o pantanal, e saíram do Brasil por Corumbá. Uma vez em solo boliviano, cruzaram pelas cidades de Santa Cruz deLa Sierra, Cochabamba e a capitalLa Paz.65 Km
Além das lindas paisagens, a dupla ressalta também o incrível choque cultural, existente neste pais, pois mesmo ambos conhecendo vários países da América do Sul, eles ficaram impressionados com alguns hábitos dos moradores locais, bem como da pobreza do pais.
Outro fato envolvendo a questão cultural, foi o pouco incentivo ao turismo, “pois um paiís como aquele, deveria incentivar mais esta pratica” ressalta Bazotti.
Agora, se você quiser saber mais sobre esta ou alguma outra viagem desta dupla, entre em contato com eles ou aguarde a próxima notícia, pois com certeza algo novo virá em breve!
Bons vientos aos dois e a todos aqueles que se aventuram por este mundão à fora, seja como for!
Dicas aos viajantes:
- A Bolívia oferece poços locais com postos de gasolina. Muitos dos locais que tem posto, não tem gasolina. Alguns, quando tem, não vendem para veículos com placas estrangeiras.
- As pessoas guardam combustível em suas casas, e também os vendem.
- Ande sempre com reserva de combustível em galões.
- Cartão de credito da Amercan Express Não são aceitos no pais.
- Cuidado com os animais nas estradas.
- Não pare em locais sem movimento.
- Tenha sempre dinheiro local a mão.
Bom dia pessoal,
vocês já ouviram falar do Espaço Mandalla? Ainda não?
Pois é, este é o novo refúgio localizado na Serra do Cipó (MG).
A serra do Cipó tem muitos afloramentos rochosos, rios e cachoeiras, possibilitando a prática de diversos esportes ao ar livre.
Ficou curioso? Dá uma olhada no blog
A inauguração está marcada para o dia 12 de novembro de 2011. Haverá slacklines montados, apresentação de vídeos e aulas de yoga e palestras.
Abaixo algumas fotos:
Vista do Refúgio
Vista do térreo e a escada de acesso ao segundo andar ao fundo
Detalhe da vista do banheiro
A cozinha da lanchonete, promete aqui um açai no capricho
Cachoeira Véu de Noiva ao fundo
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Quer saber como ganhar a sua Eco Head? É fácil.
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