Blog do Deco - Noticias, comentários e novidades sobre o Rally Dakar e provas de Rally Cross Country e Off Road, no Brasil e no mundo.Destaque para a Copa RallySP e para a Copa Troller. Sugestões: decomuniz@rallysp.com.br
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Todos postsO piloto holandês Bernhard Ten Brinke nos carros e Lucas Bonetto nos quads foram os melhores rookies neste Dakar, respetivamente no 9º e 7º lugar das suas classificações. Ten Brinke, um ex-piloto do Mundial de Ralis, fez sua estréia no Dakar com o Mitsubishi Racing Lancer que levou à vitória no último Rali de Marrocos, provando que é um dos valores que ainda vai se destacar muito na modalidade. Tendo a seu lado o experiente navegador Mathieu Baumel, Ten Brinke foi escalando posições na segunda semana, chegando mesmo a roubar o sétimo posto a Carlos Sousa, mas sendo ultrapassado por este e por Leal dos Santos embora tenha conservado um positivo top 10 na sua estreia.

Já o argentino Bonetto era o concorrente mais novo desta edição - com 20 anos - e até surpreendeu nas etapas no seu país, chegando ao final da primeira semana no quarto lugar, só atrás dos irmãos Patronelli e de Tomas Maffei. Quando as dificuldades aumentaram, no Chile e no Peru, o jovem piloto da Honda foi perdendo terreno até terminar em sétimo, numa classe que teve apenas 11 concorrentes classificados. Boas indicações de um possível sucessor dos Patronelli.
Informações/Notícia completa – Autosport Portugal:
http://autosport.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/102845#ixzz1kzBVIMME
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O revolucionário OSCar elétrico cumpriu o objetivo de terminar o Dakar, provando a validade deste carro oriundo da Letônia e preparado pela equipe de Andri Dambis. O modelo eO é movido unicamente com recurso a um motor elétrico, alimentado por baterias de ions de lítio de 52 kWh e recarregadas por um gerador de 60 kW.

Segundo Dambis, que neste Dakar foi o navegador do compatriota Maris Saukans, a autonomia é de aproximadamente 800 km e o certo é que o OSCar sobreviveu à imensa dureza da prova, embora tenha terminado no penúltimo lugar da geral (77º), a quase 18 horas do MINI vencedor de Peterhansel. Ao todo, foram milhares de quilômetros para levar ao limite um projeto inovador e que poderá abrir um novo caminho no Dakar.
Informações / Noticia completa - Autosport Portugal:
http://autosport.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/102844#ixzz1kfchqQov
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São cada vez mais fortes os rumores da volta da Citröen ao Cross Country, segundo boatos, a marca francesa deixaria o WRC e em 2013 já estaria de volta ao Cross Country. Para este ano o piloto qatari Nasser Al Attiyah, foi contratado para a temporada no Campeonato Mundial de Rali (WRC) já visando o retorno da marca ao Dakar.

Esta foto foi encontrada no facebbok do amigo Rally WRC Mega e por enquanto trata-se apenas de uma montagem. Segundo o amigo: “A Citröen pode estar a caminho do Todo-o-Terreno com um DS4 Rally-Raid!”.
Será que sim?!?!??
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O caminhão da Equipe Petrobras Lubrax, formado pelo trio André Azevedo/Maykel Justo/Mira Martinec, chegou à cidade peruana de Lima na tarde deste domingo, último dia de Rally Dakar, com um grande feito: a melhor posição para o Brasil na competição, a oitava colocação na classificação geral. E são muitos os motivos de comemoração para a Equipe Petrobras Lubrax. Além de ter conquistado o melhor resultado brasileiro em todas as categorias da prova, ela terminou completa em Lima com Denisio do Nascimento, nas motos, e a dupla Jean Azevedo/Emerson Bina Cavassin entre os carros.

Foto: Maindru / www.brasildakar.com
Na categoria caminhões, esta edição entrará para a historia por ver pela primeira vez as vitórias do trio holandês pilotado por Gérard De Rooy e da marca italiana Iveco. Um bilhete premiado cujo sucesso parecia ter sido “cantado” desde a saída de Mar del Plata, tendo em conta os meios que o exército holandês tinha implantado para atingir seus objetivos. No entanto até etapa 9, o saldo não foi claramente a favor do filho de De Rooy, foi quando Ales Loprais foi forçado a abandonar depois que seu navegador dormiu ao volante fazendo seu caminhão capotar no deslocamento final. O jovem tcheco estava nos calcanhares de Gerard de Rooy, que até então só tinha uma vantagem de 15'39 na geral.
Já a dupla do carro da Petrobras Lubrax terminou o Dakar com a 23ª posição. Para o piloto Jean Azevedo esta edição do rali foi um grande aprendizado. “Posso dizer após tantos dias de competição que aprendemos bastante e ganhamos ainda mais experiência. Tivemos alguns contratempos nesta edição, principalmente na décima etapa, mas conseguimos nos superar e continuar na prova. Também acabamos conhecendo e ajustando o carro no decorrer do rali, então foi uma edição bem desafiadora pra gente”, afirmou.
O navegador Emerson Bina Cavassin também ressaltou que esta edição do Dakar estava ainda mais difícil do que anos anteriores. “Todos os dias a etapa nos reservava uma surpresa. As dunas peruanas, por exemplo, eram tão pesadas como as chilenas. Sem dúvida, foi um rali muito duro”, concluiu.
Resultado – Dakar 2012 – Caminhões
1º De Rooy/Rodewald/Colsoul (Iveco): 45h20min47s;
2º Stacey/Van Goor/Der Kineren (Iveco): 46h12min06s;
3º Ardavichus/Kuzmich/Turlubaev (Kamaz): 47h08min32s;
8º André Azevedo/Maykel Justo/Mira Martinec (Tatra): 53h06min54s.
A Equipe Petrobras Lubrax tem patrocínio da Petrobras, Petrobras Distribuidora, CCR NovaDutra, Prefeitura Municipal de São José dos Campos, Mercedes-Benz Caminhões e apoio da Renov, BorgWarner, Mahle, Capacetes Bieffe, Sparco América Latina, Fazenda Real, Eye to Eye, SCHIO, Pirelli, Inmarsat e Artfix.
Informações: Assessoria de Imprensa Equipe Petrobras Lubrax
Ana Carolina Vieira: ana@brasildakar.com.br
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Felipe Zanol entrou para a história do Rally Dakar neste domingo, ao cruzar a rampa de chegada na Praça de Armas em Lima, capital do Peru. Em sua primeira participação no maior evento off-road do planeta, o brasileiro foi o melhor piloto das Américas e conquistou um lugar no batalhão de elite das motocicletas, a décima posição na classificação geral. “Terminamos, dever cumprido. É uma satisfação muito grande completar o Dakar e ainda com este resultado excelente”, comemorou Zanol.

Melhor das Américas, Felipe Zanol na rampa de chegada do Rally Dakar ao lado de Dimas Mattos
Crédito: Marcelo Maragni/Red Bull Content Pool
“Quero em primeiro lugar agradecer quem acreditou no projeto. O apoio dos patrocinadores e parceiros foi fundamental para eu ter conseguido este desempenho”, continuou o piloto, que tirou muitas lições no desafio. “O Dakar é algo inimaginável. Por mais preparado que você esteja, a prova impressiona pelas dificuldades. Fica a vontade de querer voltar, e agora com uma noção de planejamento muito maior e a possibilidade de manter e quem sabe ainda evoluir esta posição na classificação geral”, explicou Zanol, que teve como principal aliada a motocicleta KTM 450 Rally Replica.
O caminho não foi nada fácil até a chegada. Os competidores largaram no dia 1º de janeiro de Mar Del Plata, na Argentina, e seguiram para o Chile até chegar nas trilhas peruanas. O percurso totalizou 7.767 quilômetros para motocicletas, sendo 4.080 km de trechos cronometrados. “O fato de completar a prova muito bem fisicamente e com uma moto impecável me deixa ainda mais feliz. Tive uma assessoria incrível da Brasil Moto Tour durante a prova, tudo deu muito certo”, continuou o primeiro mineiro no Dakar.
Foram 14 dias de prova, sendo que a sexta etapa foi cancelada por conta do mau tempo na Cordilheira dos Andes, na fronteira entre a Argentina e o Chile. “O que mais dificultou para mim foi a falta de experiência, mas fui cada vez mais pegando confiança e aprendendo a navegação da prova. O Rally Dakar faz com que os defeitos e as qualidades dos pilotos apareçam”, resumiu Zanol. Ele contou com um grande reconhecimento da torcida. “Senti um apoio muito grande e a felicidade é enorme por ter conseguido representar não apenas Minas Gerais mas todo o Brasil”, concluiu o piloto.
Felipe Zanol é piloto da equipe KTM Brasil com patrocínio de Red Bull, Cia do Terno, ASW, Rinaldi, ATS Informática, Mobil, SEEJ e Vedamotors, além do apoio de Água Mineral Ingá, Mr Pró e Brasil
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Na última especial, o norueguês Pal Anders Ullevalseter, nas motos, e note-americanos Robby Gordon/Johnny Campbel, nos carros, conquistaram a vitória. Mas os campeões na geral, foram o francêses Cyril Despres e Stephane Peterhansel/Jean Paul Cottret, respectivamente vencedores de seu 4 º e 10 º Dakar, incluindo todas as categorias, e como tal foram aclamados no pódio da Praça de Armas em Lima, diante de um grande público que recebeu o final do maior rali do mundo na capital do Peru. Do total de 443 competidores que iniciaram a prova em Mar del Plata, 249 conseguiram terminar o desafio desta 33ª edição do Dakar, sendo 97 motos, 12 quads, 78 carros e 60 caminhões.

Fotos: DPPI / www.dakar.com
Depois de 8.300 quilômetros de prova desde Mar del Plata, 53'20 separavam Marc Coma de Cyril Despres que conquista seu quarto título em Lima ... um a mais que seu grande rival na categoria. Mais uma vez, nível igual dos dois grandes campeões mostra a complexidade de questões que precisam ser dominadas para se alcançar o sucesso no Dakar - a condição física: não fazer o menor erro na navegação, uma vez que pode ser decisivo na luta, uma condução segura e rápida, aplicar uma estratégia muito bem, o aspecto mecânico (com KTM idênticas) estava dominado... exceto para Marc Coma, que sofreu um dia antes da chegada, uma avaria na sua caixa de câmbio que o impediu assim de continuar na luta. Forçado a mudar o seu motor, o catalão levou 45 minutos de penalização sob as novas regras.

Nos carros, desde a largada, esperava-se uma luta interna entre os Minis, já que a equipe X-Raid demonstrava ser a melhor equipada de máquinas e pilotos. E assim foi! Afinal, a equipe de Frankfurt ganhou oito das treze etapas com quatro pilotos diferentes. Peterhansel/Cottret somam 3 e a equipe dominou o geral em todos os momentos. Portanto, é natural que que o duelo final fosse entre os veteranos Peterhansel/Cottret e seus colegas com mais experiência, o espanhol Joan "Nani" Roma e o navegador francês Mivchel Perín. Lideres desde a terceira etapa, Peterhansel/Cottret, tiveram que esperar até a penúltima etapa para alcançar uma vantagem decisiva. No fim das contas, com 41'56 de vantagem, Stéphane Peterhansel ganha seu quarto título nos carros, o primeiro na América do Sul e ao lado da lenda Ari Vatanen lidera o ranking de pilotos com mais sucessos nas quatro rodas. Mas também acrescenta sua décima vitória, incluindo todas as categorias, e acrescenta mais um capítulo a sua lenda no Dakar.
Mesmo mais discreta, mas muito eficaz, devemos destacar a boa corrida do sempre regulare Giniel de Villiers. Apesar de uma preparação um pouco mais curta e um projeto ainda em gestação, o Sul-Africano recebe o pódio na primeira participação da nova Toyota. Tão certo que aborda futuro cheio de confiança e ambição.
Na categoria 4x2, a vitória é para Ronan Chabot e seu Buggy SMG, um exemplo de regularidade e conseguir esta proeza com uma vantagem de 9:00 sobre o Sul Africano Mark Corbett. Já o espanhol Xavier Foj, foi o vencedor da categoria production, com uma vantagem de 59’ na frente de seu grande rival, o japonês Jun Mitsuhashi.

CLASSIFICAÇÃO FINAL – DAKAR 2012 – CARROS
1 302 PETERHANSEL (FRA) / COTTRET (FRA) – MINI - 38h54min10s
2 305 ROMA (ESP) / PÉRIN (FRA) – MINI a 00:41:56
3 301 DE VILLIERS (ZAF) / VON ZITZEWITZ (DEU) – TOYOTA a 01:13:25
4 312 NOVITSKIY (RUS) / SCHULZ (DEU) – MINI - a 02:11:54
5 303 GORDON (USA) / CAMPBELL (USA) – HUMMER a 02:16:53
6 319 ALVAREZ (ARG) / GRAUE (ARG) – TOYOTA a 04:05:52
7 307 SOUSA (PRT) / GARCIN (FRA) - GREAT WALL a 04:30:24
8 309 LEAL DOS SANTOS (PRT) / FIUZA (PRT) – MINI a4 05:03:18
9 314 TEN BRINKE (NLD) / BAUMEL (FRA) – MITSUBISHI a 05:11:18
10 304 HOLOWCZYC (POL) / FORTIN (BEL) – MINI a 06:59:38
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Às vésperas do término da edição 2012 do Rally Dakar, a maior e mais difícil competição do gênero no mundo, a Equipe Petrobras Lubrax mostra excelente desempenho. O caminhão, composto pelo trio André Azevedo/Maykel Justo/Mira Martinec ficou com a segunda posição na penúltima etapa da prova realizada hoje, e assim conquistou o melhor resultado brasileiro.

Foto: Maindru / www.brasildakar.com.br
“Chegar nesta colocação após uma etapa com dunas difíceis e traiçoeiras é motivo de comemoração. Ainda mais que estamos com a equipe completa em todas as categorias que disputamos. Além disso, ficamos muito contentes em conquistar uma posição de destaque em nosso continente, pela primeira vez”, afirmou André Azevedo, que participa do Rally Dakar há 25 anos. “Conseguir este resultado num momento especial de minha carreira é emocionante”, acrescentou o piloto.
Confira os resultados extra-oficiais do Rally Dakar 2012
Caminhões - 13ª etapa
1º Karginov/Devyatkin/Mokeev (Kamaz): 3h33min27s;
2º André Azevedo/Maykel Justo/Mira Martinec (Tatra):3h53min41s;
3º Stacey/Van Goor/Der Kineren (Iveco): 3h55min36s.
Geral até 13ª etapa:
1º De Rooy/Rodewald/Colsoul (Iveco): 44h49min45s;
2º Stacey/Van Goor/Der Kineren (Iveco): 45h43min01s;
3º Ardavichus/Kuzmich/Turlubaev (Kamaz): 46h38min10s;
8º André Azevedo/Maykel Justo/Mira Martinec (Tatra): 52h33min32s
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Robby Gordon atacou ao máximo durante os primeiros quilômetros da especial do dia para tentar mostrar seu poder novamente. No entanto, quando você força demais a máquina, se comete erros, como vimos hoje. Primeiro uns poucos minutos perdidos nas dunas no km 182, depois o piloto norte-americano tentou recuperar o tempo perdido, acelerando demais logo em seguida. Conseqüência: 22 km depois, a Hummer sai literalmente “voando” sobre uma duna e dá uma volta antes de aterrissar de volta. Por sorte, Gordon/Campbell retonaram a corrida, mas perderam 36 minutos.

De Viliers/Zitzewitz segundo colocados hoje.
Na passagem pelo km 182 quem se complicou foi e espanhol Nani Roma também que também caiu numa armadilha, ficando preso por mais de 25 minutos, até que seu companheiro de equipe os portuguêses Ricardo Leal Dos Santos/Paulo Fiuza vieram em seu auxílio. O catalão ao lado do navegador Michel Perin perdeu 22'57 em relação ao vencedor, que é ninguém menos que os líderes da geral, Stéphane Peterhansel/Jean Paul Cottret. Mais uma vez os franceses mostram que crescem na adversidade. A experiência do piloto tem ajudado a superar as armadilhas e conquistar sua 59ª vitória de etapa inicial, na história do Dakar, somando as categorias motos e carros. Ele termina com uma vantagem de 8'29 sobre De Villiers/Zitzewitz, sempre constantes e 12'55 sobre seus companheiros de equipe Novitskiy/Schulz.
Na geral, o nove vezes campeão tem agora uma vantagem de mais de 42'57 sobre seus companheiros de equipe Roma/Perin e 1h15'09 sobre De Villiers/Zitzewitz, que parece destinada a vencer sua na Toyota. Atrás, Novitskiy/Schuls aproveitam as piruetas do falador Gordon e alcançam o 4 º lugar com uma vantagem de 7'09 sobre os norte-americanos.
Os brasileiros Jean Azevedo/Bina Cavassim tiveram um ótimo dia, e conquistaram o 8º tempo do dia, conseguindo uma posição dentro do Top 10. Destaque também para o português Carlos Souza que conquistou o 4º lugar depois de ontem “judiar” um pouco da coluna de seu navegador francês que teve que ir ao hospital para resolver o problema e conseguir largar hoje.

Foto: Maindru / www.brasildakar.com.br
Etapa 12 – Nazca – Pisco
1 302 PETERHANSEL (FRA) /COTTRET (FRA) – MINI - 03:09:47
2 301 DE VILLIERS (ZAF) / VON ZITZEWITZ (DEU) – TOYOTA - 03:18:16 a 00:08:29
3 312 NOVITSKIY (RUS) / SCHULZ (DEU) – MINI - 03:22:42 a 00:12:55
4 307 SOUSA (PRT) / GARCIN (FRA) - GREAT WALL - 03:23:26 a 00:13:39
5 319 ALVAREZ (ARG) / GRAUE (ARG) – TOYOTA - 03:24:44 a 00:14:57
6 309 LEAL DOS SANTOS (PRT) / FIUZA (PRT) – MINI - 03:24:51 a 00:15:04
7 305 ROMA (ESP) / PÉRIN (FRA) - MINI - 03:32:44 a 00:22:57
8 326 DE AZEVEDO (BRA) / CAVASSIN (BRA) – NISSAN - 03:34:19 a 00:24:32
9 322 MIRONENKO (RUS) / LEBEDEV (RUS) – BMW - 03:41:57 a 00:32:10
10 303 GORDON (USA) / CAMPBELL (USA) – HUMMER - 03:45:48 a 00:36:01
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O piloto Helder Rodrigues foi o mais rápido entre as motos hoje na especial entre Nazca e Pisco no Peru, o português foi mais rápido que Despres com um tempo de 3h21'16, vencendo o francês por 47'' nesta décima terceira especial que teve um total de 275 quilômetros cronometrados. Em terceiro a 2'13 ficou Viladoms 4'26 a frente de Joan Barreda. Na chegada Despres esperava impaciente a chegada de seu rival na classificação geral, Marc Coma, que perdeu muito tempo na especial.

Erro de Coma hoje praticamente dá o título a Despres - Foto: DPPI - www.dakar.com
Marc Coma, que teve a tarefa de abrir a pista hoje, cometeu um grave erro de navegação no km 207, saindo em mais de 2 km do caminho correto, o que acarreta um momento dramático para seu resultado, este erro lhe saiu muito caro. O piloto catalão, que partiu esta manhã 6 minutos antes que Cyril Despres, registrava no km 232 um atraso de 6'52'' frente ao piloto francês, o que supunha até então que Despres lhe ganharia nesta especial 12'52. Com este resultado somente uma quebra na última especial da prova amanhã tira o título de Despres.
O Brasileiro Felipe Zanol fez mais uma ótima especial em sua estréia no Dakar e foi o 12º e manteve sua posição entre os Top 10 da prova, com uma boa vantagem de mais de 13 minutos sobre o 13º colocado.
Classificação da 13ª etapa – Nazca – Pisco
1 003 RODRIGUES (PRT) YAMAHA 003:21:16
2 002 DESPRES (FRA) KTM 003:22:03 a 00:00:47
3 010 VILADOMS (ESP) KTM 003:24:16 a 00:03:00
4 023 BARREDA BORT (ESP) HUSQVARNA 003:26:29 a 00:05:13
5 007 GONCALVES (PRT) Husqvarna 003:27:02 a 00:05:46
6 006 ULLEVALSETER (NOR) KTM 003:27:11 a 00:05:55
7 034 BOTTURI (ITA) KTM 003:27:48 a 00:06:32
8 015 VERHOEVEN (NLD) SHERCO 003:27:54 a 00:06:38
9 008 FARIA (PRT) KTM 003:28:22 a 00:07:06
10 064 SCHRÖDER (DEU) KTM 003:29:30 a 00:08:14
11 032 SVITKO (SVK) KTM 003:31:29 a 00:10:13
12 028 ZANOL (BRA) KTM 003:31:42 a 00:10:26
13 020 FARRES GUELL (ESP) KTM 003:33:14 a 00:11:58
14 016 PAIN (FRA) YAMAHA 003:33:53 a 00:12:37
15 001 COMA (ESP) KTM 003:34:41 a 00:13:25
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Há poucos dias, Robby Gordon foi notícia por sua exclusão do Dakar 2012 para inconformidades técnicas em seu carro e o posterior apelação lhe permitiu continuar correndo. Ontem, após sua chegada em Nazca abriu fogo com tudo e todos. O norte-americano não poupou nada nem ninguém e desencadeou outra rajada no bivouac.
A desclassificação estava relacionada a uma irregularidade no motor associado a uma entrada de ar que permitiria um maior fluxo de oxigênio, o que afeta diretamente o desempenho do motor. Após a vistoria, o sitema foi parcialmente excluído. No entanto, Gordon recorreu da pena imposta e o assunto está nas mãos da Federação Francesa de Automobilismo, o que pode levar até dois meses para se decidir se houve fraude ou não.

Depois de viver no Chile um momento bastante tenso, surge novamente o showman no piloto da Califórnia que retorna para levantar poeira com suas declarações: "Quanto ao meu carro é o mesmo sistema do ano passado, que foi aprovado pelos comissários. ele tem entrada de ar adicional. E agora, de repente mudaram de idéia! Isso muito me espanta", disse.
Mas suas palavras picantes não terminaram ai, e o piloto norte-americano também atacou fortemente seus rivais na luta pela ponta. "Hoje eu mostrei que o Mini é um carro de meninas, porque venci por mais de 20 minutos. Me espantam Petrehansel e Nani, que questionaram a minha honestidade me chamando de traidor. Hoje, no entanto, eu poderia dar-lhes uma bom pontapé na bunda! "retrucou o norte-americano.
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A 12ª etapa do Rally Dakar, realizada ontem entre Arequipa e Nasca, reservou as piores dunas desta edição da prova. O caminhão da Equipe Petrobras Lubrax fez um excelente tempo, conquistando a sétima posição do dia e com isso subiu para a nona colocação no acumulado. “A organização do rali conseguiu encontrar uma grande variedade de dunas aqui na América do Sul. Desta vez, era um tipo ‘baleia’, cadeia de dunas onde você sobe e desce toda hora. Já as de Copiapó era altas, com descidas íngremes”, contou o piloto do caminhão André Azevedo. “Também queria ressaltar a navegação do Maykel Justo hoje, foi perfeita! Em determinado momento, dois caminhões fizeram rotas inversas e o Maykel optou por um terceiro caminho, o correto”, acrescentou André.

Foto: Maindru / www.brasildakar.com
Caminhões - 12ª etapa
1º De Rooy/Rodewald/Colsoul (Iveco): 2h59min;
2º Stacey/Van Goor/Der Kineren (Iveco): 2h59min32s;
3º Biaison/Huisman/Albiero (Iveco): 2h59min32s
7º André Azevedo/Maykel Justo/Mira Martinec (Tatra): 3h17min10s.
Geral até 12ª etapa:
1º De Rooy/Rodewald/Colsoul (Iveco): 40h50min55s;
2º Stacey/Van Goor/Der Kineren (Iveco): 41h47min25s;
3º Ardavichus/Kuzmich/Turlubaev (Kamaz): 42h30min38s;
9º André Azevedo/Maykel Justo/Mira Martinec (Tatra): 48h39min51s.
Informações: Assessoria de Imprensa Equipe Petrobras Lubrax
Ana Carolina Vieira: ana@brasildakar.com.br
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Novos nomes vão surgindo a cada edição do Rally Dakar e o grande destaque deste ano até aqui, faltando apenas duas especiais para o final da prova são os argentinos Lucio Álvarez , que corre ao lado do navegador Bernardo Rolando Graue. A dupla segue como os melhores “hermanos” na prova de carros. Subiram muito na classificação geral muito por conta dos problemas dos rivais, mas principalmente pela constância que vem apresentando na prova, hoje ocupam o sexto lugar na geral - a regularidade é a chave numa prova como o Dakar.

Fotos: www.corsaonline.com.ar
O piloto da Andino Rally Team, corre com uma Toyota Hilux da Overdrive (preparadora Belga), terminou na 15ª posição na edição de 2011, e pode conquistar um resultado histórico se conseguir subir pelo menos mais um degrau na classificação, já que seu conterrâneo Orly Terranova (que já está fora da prova deste ano) foi 5º na edição de 2010.
Mas o caminho não foi fácil para a dupla mendocina, que sofreu um grande susto na décima etapa ao capotar com sua Hilux a poucos quilômetros de concluir o trecho que ligou Iquique à Arica. A camionete saiu da pista numa curva que tinha um desenho particular, entrada ampla e fechava quase em gancho, o que surpreendeu o piloto na passagem por lá. Na tentativa de querer corrigir a situação, Álvarez perdeu o controle da camionete e caiu em um barranco depois de dar cinco voltas. A Toyota da dupla não sofreu maiores danos e Alvarez/Graue terminaram a etapa.

“Foi uma desgraça com muita sorte diria. Agora me vem a tristeza porque vínhamos fazendo uma especial perfeita. Ronnie Graue, meu navegador, vinha fazendo um trabalho magnífico e tudo ia muito bem. Mas o ‘don destino’ estava nesta curva para cumprir a frase de que no Dakar todo os dias se aprende algo, e hoje foi o meu dia de aprender”, contou Álvarez.
Informações: www.corsaonline.com.ar
A relação entre o qatarí Nasser Al-Attiyah e o norte-americano Robby Gordon foram amistosas até que os problemas no Hummer do “Príncipe do Qatar” começaram no Dakar 2012. Excluindo-se a duas etapas que ganhou, Al-Attiyah não teve nennhum dia tranquilo e a maioría das vezes eram pelas falhas que apresentavam o prototipo da equipe norte-americana.

“É uma equipe imatura”, disse Nasser sobre o time que o recebeu com os braços abertos há poucos dias do início do Dakar. E o campeão de 2011 também criticou o comportamento do carro em várias ocasiões. Na realidade pode ter sido também a reação de um cliente insatisfeito, porque correr com o Hummer custou ao qatari uns 500.000 dólares. Nasser ficou tão indignado que afirmou que "nunca mais correrei com um Hummer e nem na equipe de Gordon”.
Obviamente, Gordon fez sua defensa. “A culpa não é do Hummer e sim de Al-Attiyah por acelerar demais", afirmou o norte-americano que logo na primeira etapa teve que rebocar seu companheiro de equipe que teve um quebra mecânica a 9 km da chegada.
Robby também disse que Al-Attiyah estava errado com seu conceito sobre o Hummer. “Com a vitoria de hoje demostrei que o carro pode estar alí”. Também disse das queixas constantes de Nasser. "Se ele queria sair, não sei o que ele estava fazendo aqui esses dias. Este é o fim da história", concluiu.
A matéria original em espanhol você vê aqui: http://www.corsaonline.com.ar/2012/01/11/N-7700-todo-mal-entre-nasser-y-gordon.php
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Depois de perder ontem 1h50 por causa de um problema mecânico, a Robby Gordon/Johnny Campbell agora só resta brigar pelas vitorias de etapa como premio de consolação neste Dakar 2012. Os norte-americanos, que hoje largaram na 22ª posição, atacaram desde o início até o fim da especial para “pulverizar” literalmente seus rivais, venceram sua 2ª especial em 2012, a 6ª em um Dakar, 15'18 a frente de Leonid Novitskiy/Andrea Schulz, e 22'06 a frente de Giniel De Villiers/Dirk Von Zitzewitz.

Foto: DPPI / www.dakar.com
1º e 2º respectivamente a entrar na pista esta manhã, Peterhansel/Cottret e Roma/Perin sofreram hoje ao ficar encalhados na areia durante muitos minutos. Mesmo assim os franceses que perderam quase 20 minutos para sair de um “buraco” no km 145, alcançaram depois velocidade de cruzeiro, tal como cofessou o piloto: “foram os 50 km em que mais atacamos em todo o rally”. Tal frenesí permitiu alcançar seus companheiros de equipe, e rivais diretos pela vitória na proval, logo antes de cruzar a linha de chegada, de maneira que só perderam 2'49. É preciso destacar que o catalão sofreu da mesma sorte no km 155, se bem que trabalhou bem menos para sair do atoleiro.
Na geral, a dois dias do final, Peterhansel/Cottret conseguiram minimizar os danos hoje conservando vinte minutos de vantagem sobre Roma/Perin. Logo atrás, De Villiers/Zitzewitz seguem gerindo bem seu terceiro posto, mas terão que evitar as surpresas e manter a vista em Gordon/Campbell, 4º, que provavelmente não abandonaram toda esperança de subir ao pódio, mesmo tendo visto seu atraso de 37'24.
Classificação da 12ª Etapa – Arequipa – Nazca
1 303 GORDON (USA) / CAMPBELL (USA) – HUMMER - 02:14:32
2 312 NOVITSKIY (RUS) / SCHULZ (DEU) – MINI - 02:29:50 a 00:15:18
3 301 DE VILLIERS (ZAF) / VON ZITZEWITZ (DEU) – TOYOTA - 02:36:38 a 00:22:06
4 314 TEN BRINKE (NLD) / BAUMEL (FRA) – MITSUBISHI - 02:37:47 a 00:23:15
5 305 ROMA (ESP) / PÉRIN (FRA) – MINI- 02:38:10 a 00:23:38
6 319 ALVAREZ (ARG) / GRAUE (ARG) – TOYOTA - 02:39:14 a 00:24:42
7 302 PETERHANSEL (FRA) / COTTRET (FRA) – MINI - 02:40:59 a 00:26:27
8 316 CHABOT (FRA) / PILLOT (FRA) – SMG - 02:51:13 a 00:36:41
9 309 LEAL DOS SANTOS (PRT) / FIUZA (PRT) – MINI - 02:53:53 a 00:39:21
10 307 SOUSA (PRT) / GARCIN (FRA) - GREAT WALL - 02:54:37 a 00:40:05
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Somente voando pela região é possível se admirar as linhas de Nazca, destino final da etapa de hoje. São enigmáticas figuras construídas no solo há mais de 2000 anos! No mapa de Perú, o trajeto da especial forma outra linha nova, com a figura de um dragão de arena. As zonas de dunas estão repartidas de forma equitativa, porém os competidores seguramente vão se recordar de uma delas, que marcou os espíritos dentro da equipe de levantamento.

As dunas se estendem por cerca de vinte quilômetros, sem a menor interrupção, levando os pilotos para uma nova dimensão. O tipo de sustentação que a areia oferece ajuda a cruzar este cordão de dunas sem muito esforço, porem os pilotos mais habilidosos tendem a conseguir um caminho mais favorável, o que pode ser bastante traiçoeiro, especialmente a três díis da chegada. A “desvio mauritano” para aqueles que o seguirem, pode aportar minutos preciosos. (uma alusão aos caminhos utilizados na época em qu7e o Rally Dakar acontecia na África),
O deslocamento inicial é grande, serão 421 km até a largada da especial de 245 km, que termina diretamente no Bivuac no meio do deserto de Nazca. Hoje as motos entram em regime de etapa maratona e a manutenção só pode ser feita pelos próprios concorrentes. Em caso de problemas mecânicos, os pilotos terão de sujar a mão de graxa....


A especial de hoje foi dividida em dois trechos cronometrados, ligando Arica a Arequipa no Peru. No CP3 instalado a dois terços do primeiro setor cronometrado os norte-americanos Gordon/Campbell acaba ao volante de seu Hummer, cravaram o melhor tempo com 1h31'37', uma vantagem de 2’52' sobre o primeiro Mini, o de Peterhansel/Cottret. Até então os franceses contavam com uma ligeira margem de 1’28' sobre seus companheiros Roma/Perin.

Um dos destaques da prova, o português Carlos Sousa, ao volante de seu Great Wall do Team SMG, até então oitavo colocado na classificação geral se encontrava parado no km 117 da especial por aproximadamente 30 minutos, possivelmente atolado nas dunas (hipótese não confirmada).
Ao sair da primeiro trecho de especial os pilotos entraram num trecho de deslocamento que os conduziu ao segundo trecho cronometrado, Os então lideres Gordon/Campbell ficaram parados numa aldeia na altura do km 199 da especial, na localidade de Moquega. Seu vehículo deixou de emitir o sinal de GPS desde as 10h46’ no horário local. A suposição era de que a dupla estaria tratando de resolver um problema técnico que os obrigou a diminuir o ritmo no final do primeiro trecho No horário do inicio da segunda zona cronometrada, Gordon/Campbell ainda se encontravam a 140 quilômetros do ponto de relargada.
Sem seu maior concorrente direto a após 3h56’53' de luta somente contra o terreno, os franceses Peterhansel/Cottret venceram a especial com uma vantagem de 3’44' sobre seus companheiros de equipe Roma/Perín, agora principais rivais na classificação geral, que acumulam um atraso de 22'49'. Completando o trio de Mini’s na linha de chegada da décima primeira etapa apareceram os portugueses Ricardo Leal Dos Santos/Paulo Fiuza. De Villiers/Zitzewzit (+9’28') ficaram em quarto a frente de Novitskiy/Schulz (+10’15').
Os brasileiros Jean Azevedo/Bina Cavssim fizeram o décimo quarto tempo do dia, a pouco mais de uma hora dos lideres, mas infelizmente despencaram na classificação geral depois dos problemas de ontem. Alem do tempo gasto para cumprir a etapa em que tiveram sérios problemas, levaram mais 5 horas de penalização, mas continuam na prova e tem tudo para fazer um ótimo papel até o final do rally.
Classificação da 11ª Etapa – Arica/Arequipa (PER)
1 302 PETERHANSEL (FRA) / COTTRET (FRA) MINI 003:56:53
2 305 ROMA (ESP) / PÉRIN (FRA) MINI 004:00:37 a 00:03:44
3 309 LEAL DOS SANTOS (PRT) / FIUZA (PRT) MINI 004:05:49 a 00:08:56
4 301 DE VILLIERS (ZAF) / VON ZITZEWITZ (DEU) TOYOTA 004:06:21 a 00:09:28
5 312 NOVITSKIY (RUS) / SCHULZ (DEU) MINI 004:07:08 a 00:10:15
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